Praticamente a um mês de completar 81 anos, falece Chico Anísio e o Brasil perde seu maior ator cômico de todos os tempos.
Inigualável pela genialidade na criação suas duas centenas de personagens e a forma como ele os interpretava, fazendo parecer que eram centenas de atores diferentes.
Chico não representava um personagem.
Ele o encarnava.
No momento em que toda a imprensa do país e do mundo enche milhões de páginas, o rádio e a televisão esmiúçam detalhes, não me cabe aqui apenas dar essa notícia triste.
Quero tão só, agradecer-lhe pelos impagáveis momentos de descontração, arte, alegria e felicidade que me proporcionou.
Além de artista, Chico foi um homem do seu tempo, político militante pela arte de representar, corajoso e ousado em meter, fundo, o dedo na chaga nojenta da realidade brasileira, da saúde, da educação, do exercício do poder, sem medo de afrontar presidentes e poderosos, com seu implacável sarcasmo em forma de humor.
Obrigado, Chico,
No momento, ficamos com uma lacuna difícil de preencher no palco do Brasil.
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