LAGUNA.

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A TERRA EM QUE NASCESTE

segunda-feira, 15 de julho de 2013

EDSON GOMES MATTOS, PROFESSOR.




POR DO SOL NA LAGOA DE SANTO ANTÔNIO - LAGUNA, BRASIL ( foto Amilton Leandro)
Neste ambiente de aspecto paradisíaco serão espalhadas ao vento da Laguna, as cinzas de um grande homem, EDSON GOMES MATTOS.
É muito difícil em momentos como este, virar mais uma página da nossa história pessoal, familiar e afetiva. 
Edson, o filho primogênito de Tancredo e Nelly  Mattos lutou bravamente com coragem e paciência por quase um ano com as sequelas severas e dolorosas de uma dessas doenças que nos acometem a qualquer momento.
Pode-se dizer que, mesmo sem nossa aprovação geral, finalmente descansou e enfim, deixou para trás um sofrimento cruel.
O importante é que foi feliz nos seus 76 anos de vida.

Casou com sua primeira namorada, Marlize, mulher linda de físico e espírito, com quem conviveu por 60 anos desde que iniciaram seus primeiros passeios pelo jardim da praça da cidade, quando ela tinha apenas treze anos.
Comemoraram bodas de ouro, viajaram pelo mundo, apaixonados que eram por cruzeiros marítimos. Tiveram filhos maravilhosos, Edson , Suzana e Cleber, netos, trabalharam muito, foram os dois, educadores com talento e amor de sobra para os jovens da cidade, porquanto professores. 



Sofreram juntos, enfrentaram batalhas, mas sempre emergiram vitoriosos, esbanjando alegria e paz com a vida.
Para todos nós, mais um pedaço de nossa história roída pelo tempo inexorável, à medida que vamos nos despedindo de nossos queridos, enquanto novos rebentos vão brotando de nosso tronco bom e fecundo.
É o preço da nossa renovação.


Bom, correto, decente, familiar, amoroso, responsável, amigo, Edson leva consigo apenas essas credenciais, mais que suficientes para conquistar um lugar no Reino da Eterna Felicidade.

Edson Gomes Mattos faleceu neste dia 15 de julho de 2013. O corpo foi transladado para Camboriu onde será cremado e posteriormente terá suas cinzas  lançadas ao mar em Laguna.
 
                                                                                                           Texto por Márcio José Rodrigues